quinta-feira, 31 de março de 2011

Frank zappa - mothermania




Mothermania The Best Of The Mothers (1969) é uma coletânea do The Mothers Of Invention, banda liderada por Frank Zappa. Contêm faixas escolhidas pessoalmente por Zappa, dos discos anteriores Freak Out!, Absolutely Free e We're Only in It for the Money. Algumas faixas encontram-se em edições ou mixagens especiais para essa compilação.

Tais versões permanecem exclusivas da compilação, que nunca foi lançado em CD, o que faz de Mothermania um item desejado pelos colecionadores.

Faixas

Todas as músicas por Frank Zappa.

Lado A

  1. "Brown Shoes Don't Make It" - 7:26
  2. "Mother People" - 1:41
  3. "Duke of Prunes" - 5:09
  4. "Call Any Vegetable" - 4:31
  5. "The Idiot Bastard Son" - 2:26

Lado B

  1. "It Can't Happen Here" - 3:13
  2. "You're Probably Wondering Why I'm Here" - 3:37
  3. "Who Are The Brain Police" - 3:22
  4. "Plastic People" - 3:40
  5. "Hungry Freaks, Daddy" - 3:27
  6. "America Drinks and Goes Home" - 2:43

Músicos

  • Frank Zappa - guitarra, condução, teclados, vocal, instrumentos multiplos
  • Jimmy Carl Black - percussão, bateria
  • Roy Estrada - baixo, vocal
  • Bunk Gardner - sopros
  • Don Preston - baixo, teclado
  • Euclid James Sherwood - guitarra, vocal, sopros
  • Arthur Tripp
  • Ian Underwood
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Frank Zappa-Cruising with Ruben & the Jets





Cruising With Ruben & the Jets é um disco de Frank Zappa & The Mothers of Invention, lançado em 1968.

O disco foi feito com a intenção de ser, simultâneamente, uma paródia e um tributo à música doo-wop que Frank e outros membros do Mothers cresceram ouvindo e eventualmente tocaram. Em vários aspectos, é uma colisão de artes grandes e baixas, como mudanças de acordes e ritmos incomuns são aplicados à canções de amor adolescente banais.

O nome "The Mothers of Invention" é simplesmente mencionado num balão de texto na capa, com o nome "Ruben & The Jets" tendo destaque. O disco foi tocado durante algum tempos nos EUA, e DJs os anunciavam como música de "Ruben & The Jets". Quando um DJ descobriu que o disco na verdade era de Frank Zappa, imediatamente tirou a música do ar.

No balão de texto, está escrito: "Seria este disco do Mothers of Invention sob um nome diferente uma última tentativa infeliz de fazer a música ruim deles tocar no rádio?"

Em 1973, uma banda verdadeira de doo-wop contando com Ruben Guevara, Tony Duran, Robert "Frog" Camarena, Johhny Martinez, Robert "Buffalo" Roberts, Bill Wild, e Bob Zamora entraram em contato com Zappa e pediram permissão a ele para usar o nome Ruben and the Jets para a banda. Zappa não só permitiu, como também produziu o primeiro disco da banda, intitulado For Real! ("Para Valer!"), uma referência direta ao disco do Mothers com o "Ruben & The Jets falso".

Em 1984, Zappa, infeliz com a qualidade sonora de Cruising with Ruben & the Jets, convocou Arthur Barrow e Chad Wackerman para regravar as linhas de baixo e bateria para o relançamento em CD. A versão original nunca foi relançada oficialmente em CD.


Faixas

  1. "Cheap Thrills" (Zappa) - 2:39
  2. "Love of My Life" (Collins, Zappa) - 3:08
  3. "How Could I Be Such a Fool?" (Zappa) - 3:34
  4. "Deseri" (Buff, Collins) - 2:08
  5. "I'm Not Satisfied" (Zappa) - 4:08
  6. "Jelly Roll Gum Drop" (Zappa) - 2:24
  7. "Anything" (Collins) - 3:05
  8. "Later That Night" (Zappa) - 3:00
  9. "You Didn't Try to Call Me" (Zappa) - 3:57
  10. "Fountain of Love" (Collins, Zappa) - 3:22
  11. "No. No. No." (Zappa) - 2:15
  12. "Any Way the Wind Blows" (Zappa) - 3:01
  13. "Stuff Up the Cracks" (Zappa) - 4:36

Músicos

  • Frank Zappa - guitarar, teclado, efeitos sonoros, vocal, vozes
  • Jimmy Carl Black - guitarra, percussão, bateria
  • Ray Collins - guitarra, vocal
  • Roy Estrada - baixo, baixo elétrico, efeitos sonoros, vocal, vozes
  • Bunk Gardner - saxofone
  • Don Preston - baixo, piano, teclados
  • Jim Sherwood - guitarra, vocal, sopros
  • Euclid James "Motorhead" Sherwood - saxofone, tamborim
  • Art Tripp - guitarra
  • Ian Underwood - guitarra, piano, teclados, saxofone, sopros
  • Arthur Barrow - baixo na versão em CD (não creditado)
  • Chad Wackerman - bateria na versão em CD (não creditado)

Produção

  • Produtor: Frank Zappa
  • Engenheiro de som: Dick Kunc
  • Capa: Cal Schenkel
  • Design da Capa: Cal Schenkel
  • Arte: Cal Schenkel
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terça-feira, 28 de dezembro de 2010

Iron Maiden - The x Factor -1995




The x Factor é o 10° album do Iron Maiden,depois da saída de Bruce Dickinson,é o primeiro album que Blaze Blayley na banda.O nome The X Factor tem duas inspirações, a primeira do algarismo romano X significar dez, sendo o décimo álbum da banda, e o Factor X ter sido, de acordo com o Produtor, Nigel Green, a entrada do novo e dedicado vocalista. Foi o segundo álbum, depois de Piece of Mind, em que o título não fosse também título de uma música, como também não figura em nenhuma letra das músicas do álbum.Um album muito criticado classificaria,pois com a saida do Bruce criou grande impacto,e muitos torceram o nariz com o Blaze,até hoje Blaze é julgado por coisas que fez na época que foi da banda,como frase polêmicas sobre Bruce,mas enfim ,na minha opinião é um bom album.


Faixas:
  1. Sign of the Cross
  2. Lord of the Flies
  3. Man on the Edge
  4. Fortunes of the War
  5. Look for the Thuth
  6. The Aftermath
  7. Judgement of Heaven
  8. Blood on the World's Hands
  9. The Edge of Darkness
  10. 2 A.M
  11. The Unbeliever
Formação:

  • Blaze Blayley - Vocal
  • Steve Harris - Baixo
  • Janick Gears - guitarra
  • Dave Muarry - guitarra
  • Nicko McBrain - bateria


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terça-feira, 7 de dezembro de 2010

Van Halen - Ballance (1995)

 Balance é o décimo álbum da banda Van Halen, lançado a 24 de Janeiro de 1995.
Era o último álbum da banda com o vocalista Sammy Hagar. Ele também é uma divergência de seus trabalhos anteriores. Ele tem os elementos de hard rock For Unlawful Carnal Knowledge, misturado com os temas obscuros e sombrio da OU812. Originalmente, o título do álbum era para ser chamado Seventh Seal. É realmente um álbum excelente, vale a pena o download. Dou destaque as faixa "The Seventh Seal", "Can't Stop Lovin' You", "Don't Tell Me (What Love Can Do)", "Amsterdam", "Take Me Back (Déjà Vu)".

  1. "The Seventh Seal"
  2. "Can't Stop Lovin' You"
  3. "Don't Tell Me (What Love Can Do)"
  4. "Amsterdam"
  5. "Big Fat Money"
  6. "Strung Out" (instrumental)
  7. "Not Enough"
  8. "Aftershock"
  9. "Doin' Time" (instrumental)
  10. "Baluchitherium" (instrumental)
  11. "Take Me Back (Déjà Vu)"
  12. "Feelin'"
  13. "Crossing Over" 
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    terça-feira, 30 de novembro de 2010

    Ramones - Halfway To Sanity (1987)

    Halfway to Sanity é o décimo álbum de estúdio dos Ramones, lançado no dia 15 de Setembro de 1987.
    Este foi o último álbum a apresentar Richie Ramone. É considerado como um fracasso crítico, com poucos momentos memoráveis. Mesmo assim, segundo o próprio Johnny Ramone, é um de seus melhores álbuns, perdendo apenas para o Rocket to Russia, o terceiro álbum da banda.
    Debbie Harry de Blondie faz vocal de apoio em "Go Lil' Camaro Go", e Dee Dee Ramone canta a música "I Lost My Mind". A crítica fala que esse álbum é um fracasso. Mas eu to pouco me fudendo pra isso. A crítica que vale é a minha! Axo essa album muito bom e digo que vale a pena baixar. Dou destaque para as faixas  "I Wanna Live", "Bop 'Til You Drop", "Garden Of Serenity", "Go Lil' Camaro Go" e "Spider-Man". Have Fun!

    Faixas:
    1. "I Wanna Live"
    2. "Bop 'Til You Drop"
    3. "Garden Of Serenity"
    4. "Weasel Face"
    5. "Go Lil' Camaro Go"
    6. "I Know Better Now"
    7. "Death Of Me"
    8. "I Lost My Mind"
    9. "A Real Cool Time"
    10. "I'm Not Jesus"
    11. "Bye Bye Baby"
    12. "Worm Man"
    13. "Spider-Man" 
    Integrantes:
    • Joey Ramone – vocal líder
    • Johnny Ramone – guitarra, vocal de apoio
    • Dee Dee Ramone – baixo, vocal de apoio
    • Richie Ramone – bateria

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    quarta-feira, 3 de novembro de 2010

    Iron Maiden - No Prayer for The Dying (1990)


    No Prayer for the Dying é o oitavo álbum de estúdio realizado em 1990 pela banda de Heavy Metal Iron Maiden e um dos mais criticados. Depois de dois álbuns tendo como característica principal o uso de teclados e sintetizadores (Somewhere in time e Seventh son of a Seventh Son) , a intenção neste disco era voltar aos primórdios da banda. No entanto, o resultado acabou não agradando os fãs e a mudança na sonoridade foi um dos fatores motivadores da saída do guitarrista Adrian Smith, que foi substituído por Janick Gers.

    Teve como principal hit "Bring Your Daughter... to the Slaughter", composta por Bruce Dickinson, que ficou em primeiro lugar nas paradas britânicas, um feito inédito de um single para o Iron Maiden. A música causou muita polêmica e grupos religiosos reforçavam a acusação de que o Iron Maiden pertencia a cultos satânicos, fazendo com que a igreja católica do Chile proibisse a banda de se apresentar nesse país.


    Faixas;

    1. Taligunner
    2. Holy Smoke
    3. No Prayer For the Dying
    4. Public Enema Number One
    5. Fates Warning
    6. The Assassin
    7. Run Silent Run Deep
    8. Hooks in You
    9. Bring your daughter...to the Slaughter
    10. Mother Russia
    Formação
    • Bruce Dickinson - vocal
    • Steve Harris - baixo
    • Dave Murray - guitarrista
    • Janick Gers - guitarrista
    • Nicko McBrain - bateria
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    sábado, 23 de outubro de 2010

    Ramones - Too Tough to Die (1984)

    Too Tough to Die é o oitavo álbum de estúdio dos Ramones, lançado em outubro de 1984 e foi produzido por Thomas Erdely (Tommy Ramone) e Ed Stasium (exceto "Howling at the Moon", produzida por David A. Stewart). Esse foi o primeiro disco dos Ramones com Richie Ramone na bateria. O álbum foi remasterizado pela Rhino Records em 20 de agosto de 2002. Faixas de destaque: "Mama's Boy","Durango 95","Howling at the Moon (Sha-La-La)","Daytime Dilemma (Dangers of Love)".  

    Faixas:
    1. "Mama's Boy"
    2. "I'm Not Afraid of Life"
    3. "Too Tough to Die"
    4. "Durango 95"
    5. "Wart Hog"
    6. "Danger Zone"
    7. "Chasing the Night"
    8. "Howling at the Moon (Sha-La-La)"
    9. "Daytime Dilemma (Dangers of Love)"
    10. "Planet Earth 1988"
    11. "Humankind"
    12. "Endless Vacation"
    13. "No Go"
    Faixas bônus
    1. "Street Fighting Man"
    2. "Smash You"
    3. "Howling at the Moon (Sha-La-La)" (demo)
    4. "Planet Earth 1988" (demo)
    5. "Daytime Dilemma (Dangers of Love)"
    6. "Endless Vacation" (demo)
    7. "Danger Zone" (Dee Dee vocal version)
    8. "Out of Here"
    9. "Mama's Boy (Demo)" (Johnny Ramone, Dee Dee Ramone, Tommy Ramone) – 2:15
    10. "I'm Not an Answer" – 2:16
    11. "Too Tough to Die" (Dee Dee vocal version) (Dee Dee Ramone) – 2:35
    12. "No Go (Demo)" (Joey Ramone) – 3:05
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    Poison - Flesh & Blood (1990)

    Flesh & Blood é o terceiro albúm do Poison lançado em 1990 pela Capitol Records.Em sua avaliação, recebeu 3.5/5 estrelas pela Allmusic e 2/5 pela Rolling Stone. o disco apresenta dois grandes singles "Unskinny Bop" e "Something To Believe". A capa aqui apresentada foi censurada por conter sangue embaixo das palavras Flesh & Blood e o sangue foi retirado.
    Com este álbum iniciou-se a Flesh & Blood Tour, com apresentações em grandes festivais, incluindo participações com outras bandas de renome, como Aerosmith e Whitesnake. Dessa turnê resultou o quarto trabalho do Poison, que veio em edição dupla ao vivo, chamado "Swallow This Live", que incluiria ainda quatro músicas inéditas, como bonus tracks.

    Faixas:
    1. Strange Days of Uncle Jack
    2. Valley of Lost Souls
    3. (Flesh & Blood) Sacrifice
    4. Swampjuice (Soul-O)
    5. Unskinny Bop
    6. Let It Play
    7. Life Goes On
    8. Come Hell or High Water
    9. Ride the Wind
    10. Don't Give up an Inch
    11. Something to Believe In
    12. Ball and Chain
    13. Life Loves a Tragedy
    14. Poor Boy Blues 
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    quinta-feira, 21 de outubro de 2010

    Iron Maiden - Fear of the Dark (1992)


    Fear of the Dark foi o último álbum que Bruce Dickinson gravou com o Iron Maiden antes de se dedicar a sua carreira solo.Blaze Blayley ((xP)) foi colocado no lugar de Bruce Dickinson, que voltou para a banda em 2000.

    Algumas músicas com sonoridade mais "Thrash" no álbum fizeram muito sucesso nos Estados Unidos e fez com que o álbum fosse um sucesso de vendas no país. Em 1998 foi relançado com um CD bônus. Este álbum conseguiu agradar a todos os fãs, e serviu de consolo para banda, visto que o anterior ,No prayer for the Dying , não alcançou os objectivos esperados. Conseguiu vender mais cópias em alguns lugares do que o legendário The Number of the Beast.

    Faixas:

    1. Be Quick or Be Dead
    2. From Here to Eternity
    3. Afraid to Shoot Strangers
    4. fear is a Key
    5. Childhood's End
    6. Wasting love
    7. The Fugitive
    8. Chains of Misery
    9. The Apparition
    10. Judas Be my Guide
    11. Weekend Warrior
    12. Fear of the Dark
    Formação:
    • Bruce Dickinson - vocal
    • Steve Harris - baixo
    • Dave Murray - guitarra
    • Janick Gear - guitarra
    • Nicko McBrain - bateria

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    Kiss - Sonic Boom (2009)

     “Rock And Roll Over se encontra com Love Gun”. “Sonic Boom é o Kiss renascido”. “Nosso melhor álbum em trinta anos”. “Não há baladas, nem teclados, sintetizadores ou garotas fazendo backing vocals”. Estas foram apenas algumas das declarações do falastrão baixista Gene Simmons sobre o novo álbum do Kiss, “Sonic Boom”. Tudo para criar ainda mais expectativa entre seus fanáticos seguidores, sedentos por algo novo da banda que não lançava nada inédito desde a balada breguinha “Nothing Can Keep Me From You”, na trilha sonora do filme “Detroit Rock City”. Será que tudo o que foi dito seria verdade?

    A primeira impressão não foi bem essa, afinal a capa divulgada pela internet e o título do álbum não inspiravam muita confiança. Porém, ao ouvir a primeira música disponibilizada no site oficial, “Modern Day Delilah”, as coisas foram mudando de rumo. Exagero nas frases de Simmons? Claro que sim, e todos sabem que ele é especialista na arte da auto-promoção, mas muito do que foi dito pode ser levado em consideração. A sensação que “Sonic Boom” nos passa é justamente a de que o Kiss pinçou o que fez de melhor nos anos 1980/90 e adicionou à sua velha fórmula de compor hits dos anos 1970. Um álbum de rock simples e direto, com leves pitadas de pop, mas sem frescuras e, por incrível que pareça, sem baladas mesmo. Não chega a ser tudo o que o quarteto vem anunciando, obviamente, mas é sim um disco muito bom de ser ouvido.
    A ótima abertura com “Modern Day Delilah” de Paul Stanley não nos remete exatamente ao Kiss clássico, mas sim a “Creatures Of The Night” e “Revenge” – não por acaso, sempre citados por fãs como dois dos melhores discos que a banda gravou após sua década de ouro. Um riff matador, e um refrão no melhor estilo Kiss. De longe, a melhor música do disco. “Russian Roulette” é uma canção inspirada de Gene Simmons, onde o linguarudo coloca seu baixo para roncar entre as guitarras e lança mão de suas letras insinuantes de sempre. Chama atenção como os milagres de estúdio conseguem deixar seus vocais tão bons (quem esteve no show do Anhembi em abril se lembra que ao vivo não é bem assim...). “Never Enough” poderia ser uma boa escolha para um próximo single (se é que ainda se lançam singles), ecoando ares de um vigoroso rock de arena dos anos 1980, mas longe daquele hard pop açucarado praticado por eles na fase “Asylum” e “Crazy Nights” – lembra algo próximo de “Slide It In”, do Whitesnake.
    A boa “Yes I Know (Nobody’s Perfect)” dá sequência ao CD, com uma introdução que parece ser uma irmã mais nova de “Thou Shall Not” (de “Revenge”), embora seu andamento seja bem diferente daquela, com mais um arranjo simples de baixo de Gene entre os riffs de guitarras de Paul e Tommy Thayer. “Stand” traz Gene e Paul dividindo os microfones numa canção de refrão grudento, que contém ainda uma seção de vocais sobrepostos após o solo que lembram, mesmo que vagamente, aquele mesmo efeito usado em “I Just Wanna” (também do álbum “Revenge”). Talvez seja a canção menos inspirada do disco.
    A sexta faixa, “Hot And Cold”, com Gene sendo tipicamente Gene nas letras (“Baby, feel my tower of power”), não é lá grandes coisas também, mas não compromete também. Traz uma levada de bateria à la Peter Criss e um bom solo de Tommy. “All For The Glory” traz a estréia “oficial” em estúdio de Eric Singer nos vocais principais, um pouco mais graves aqui do que de costume. Boa, mas não vai fazer falta ao vivo – no palco ainda será mais legal ouvir Eric cantando “Nothin’ To Lose” e “Black Diamond”. “Danger Us”, outra grande faixa, esquenta os ânimos novamente, com mais um bom riff de guitarra e outro refrão “grudento” (“Danger you, danger me, danger us” – onde Paul faz trocadilho com a palavra “dangerous” – perigoso).
    Chegando à parte final do álbum, “I’m An Animal” soa como uma espécie de sobra reaproveitada de “Creatures Of The Night” ou “Lick It Up” – não que isso chegue a ser algum defeito. Tem uma levada mais lenta e arrastada, típica das canções de Gene naquele período. Em “When Lightning Strikes” é a vez de Tommy Thayer assumir o microfone principal, e ele dá conta do recado muito bem. Se nas guitarras ele reproduz Ace Frehley muito bem, sua voz, entretanto, soa bem diferente. Um bom arranjo de bateria e um solo que nos faz lembrar “Love ‘Em Or Leave ‘Em”, de “Rock and Roll Over”. Por fim, o Kiss encerra o disco com chave de ouro, com mais um rockão de arena em “Say Yeah”.
    Concluindo: um bom lançamento que enfim sacia a vontade dos fãs que esperavam por algo novo que valesse a pena ser ouvido, já que o mediano “Psycho Circus” desapontou muitos quando lançado anos atrás. Nos Estados Unidos, conforme já noticiado pelo Whiplash, “Sonic Boom” será lançado também em uma versão tripla, contendo um disco com regravações de clássicos da banda (que já havia saído anteriormente no Japão) e um DVD com os melhores momentos do show de Buenos Aires neste ano. Os membros do “Kiss Army” podem comprar sem susto. Cuidado apenas para não caírem na conversa de Mr. Simmons e cia., e acreditarem que o álbum é um clássico desde já. Isso só o tempo dirá...

    Faixas:
    1.  Modern Day Delilah
    2. Russian Roulette
    3. Never Enough
    4. Yes I Know (Nobody's Perfect)
    5. Stand
    6. Hot and Cold
    7. All For The Glory
    8. Danger Us
    9. I'm An Animal
    10. When Lightning Strikes
    11. Say Yeah 
    Integrantes:
    • Paul Stanley - Vocal principal e guitarra base
    • Gene Simmons - Vocal principal e baixo
    • Tommy Thayer - Vocal Principal e guitarra solo
    • Eric Singer - Vocal principal e bateria

    (Na moralzinha mesmo... Ta rolando um "troca" ai em... huumm)

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    Ace Frehley - Anomaly (2009)


    Anomaly é o quinto álbum solo do Ace Frehley. Lançado em 15 de setembro de 2009, o Anomaly tem um cariz mais pesado.

    Faixas:
    1. "Foxy & Free"
    2. "Outer Space"
    3. "Pain In The Neck"
    4. "Fox On The Run"
    5. "Genghis Kahn"
    6. "Too Many Faces"
    7. "Change The World
    8. "Space Bear"
    9. "A Litte Below the Angels"
    10. "Sister"
    11. "It's A Great Life"
    12. "Fracuterd Quantum" (Instrumental)
    13. "The Return of Space Bear"(faixa bônus para iTunes)
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    Dream Theater - Black Clouds & Silver Linings (2009)

     Black Clouds & Silver Linings é o décimo álbum de estúdio da banda de metal progressivo Dream Theater, lançado pela gravadora Roadrunner Records em 23 de Junho de 2009. O baterista Mike Portnoy e o guitarrista John Petrucci são produtores novamente, e ele foi mixado por Paul Northfield. O álbum foi lançado como CD único, edição especial com três discos com músicas experimentais e covers, e como disco de vinilLP. As músicas cover foram anunciadas seis semanas antes do lançamento do álbum.
    Dream Theater começou a trabalhar o álbum em outubro de 2008. Mike Pornoy descreveu o CD como "Um álbum do Dream Theater com "A Change of Seasons", "Octavarium", "Learning To Live", "Pull Me Under" e "The Glass Prison", tudo em um álbum."
    Jordan Rudess comentou "Estamos entrando em uma área um tanto gótica neste álbum. Não há nada como um muito poderoso e legal coral." Um vídeo será gravado em março para o primeiro single do álbum, "A Rite of Passage". Mike Portnoy confirmou em uma entrevista em 16 de março que "The Shattered Fortress"' será a última música da Alcoholics Anonymous Suite. Dream Theater também fará uma turnê mundial para promover o álbum e farão uma segunda Progressive Nation.
    Em uma entrevista com Eddie Trunk, Portnoy disse que o álbum terá cerca de 75 mintuos e consistirá de "4 épicos e 2 singles". Portnoy também confirmou que o criador da capa é Hugh Syme, o mesmo artista de Octavarium e Systematic Chaos.
    Aproximadamente 40 dias antes da data oficial de lançamento do álbum, todas as músicas já se encontravam em sites e programas de compartilhamento de arquivos.
    • "A Nightmare to Remember" ("Um Pesadelo a ser Lembrado") — com letra escrita por John Petrucci, esta música descreve um acidente de automóvel do qual ele tomou parte quando era criança;
    • "A Rite of Passage" ("Um Rito de Passagem") — o primeiro single de Black Clouds & Silver Linings. Mike Portnoy confirmou numa uma entrevista a Eddie Trunk que a versão do álbum, de oito minutos e meio, foi editada para cinco minutos e meio, para a versão do videoclipe, gravado no final de Março de 2009. Em uma entrevista, Jordan Rudess afirmou que a letra da música é baseada na Maçonaria. A música foi disponibilizada para download no site da Roadrunner Records por 24 horas em 5 de maio. O vídeo foi disponibilizado no dia 8 de maio;
    • "Wither" ("Murchar") — fala sobre o processo de bloqueio criativo conhecido como writer's block;
    • "The Shattered Fortress" ("A Fortaleza Estilhaçada") — completa a Alcoholics Anonymous Suite"A shattered glass prison wall behind me" e "A long lost fortress"; de Mike Portnoy e vazou na Internet no dia 17 de maio de 2009. O título da música é derivada de dois versos da música "The Glass Prison",
    • "The Best of Times" ("A Melhor das Épocas") — composta por Mike Portnoy como uma homenagem ao seu pai, que lutava contra o cancro. Segundo Mike, ele não queria fazer uma música triste, mas algo que lembrasse os anos felizes que eles dois passaram juntos. Mike chegou a mostrar a música ao seu pai logo depois de finalizada; o pai de Mike morreu enquanto a banda ainda trabalhava na gravação do álbum;
    • "The Count of Tuscany" ("O Conde de Toscana") — a letra, escrita por John Petrucci, fala sobre um episódio em que o guitarrista encontrou um conde quando estava na região da Toscana, na Itália.
    Faixas:

    1. “A Nightmare to Remember”
    2. “A Rite of Passage”
    3. “Wither”
    4. “The Shattered Fortress”
    5. “The Best of Times”
    6. “The Count of Tuscany”

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    Gary Moore - Still Got The Blues (1990)

    Robert William Gary Moore (Belfast, 4 de abril de 1952) é um conceituado guitarrista de blues, hard rock.
    A vida de quem cresceu em meio às bombas do IRA e às brigas religiosas do pós-guerra refletia-se em seu som de guitarra: extremamente triste e sofrido, mas também visceral e técnico quando solicitado.
    Ele iniciou a trajetória profissional aos 16 anos de idade, tendo Eric Clapton, Peter Green e Jimi Hendrix como ídolos, e participando das gravações de um álbum da banda de folk Dr. Strangely Stranger. Pouco depois, Moore estava no Skid Row (banda irlandesa), onde conheceu seu fiel comparsa, Mr. Phil Lynott.
    Apesar do fanatismo pelo blues, o jazz também fazia sua cabeça, tanto que foi o estilo melhor explorado em seu primeiro álbum-solo, Grinding Stone (1973), e em sua breve jornada com a segunda encarnação do Colosseum, batizada de Colosseum II.
    No Thin Lizzy, ele deu colaborou na gravação de álguns álbuns, mas gravar mesmo foi só no compacto Darling1974) e no álbum Black Rose (1979).
    Em parceria com o roqueiro Ozzy Osbourne, Moore compôs e gravou a canção "Lead Clones", presente no CD "The Secret Songs" de Ozzy.
    Fez a sua carreira a solo e ainda tem muito sucesso, com destaque em duas fases distintas: a mais pesada de discos como "Corridors Of Power" (1982) e a mais blueseira e comercialmente rentável de álbuns como Still Got the Blues (1990).
    Os seus temas mais conhecidos são Parisienne Walkways, Still Got the Blues, Walking by Myself, Out In The Fields e Empty Rooms .

    Still Got the Blues é um álbum do guitarrista Gary Moore lançado em 1990.
    Em 3 de dezembro de 2008, uma corte alemã de Munique declarou o solo do maior hit do álbum, "Still Got the Blues", um plágio de uma canção desconhecida (ao menos fora da Alemanha) publicada em 1974 chamada "Nordrach", da banda alemã Jud's Gallery. Gary negou conhecer a música, alegando que esta era indisponível em gravações ou CD na época em que ele gravou o álbum. A corte reconheceu que não havia evidência de que o solo de guitarra havia sido copiado de "Nordrach", mas uma violação de copyright independe da qualificação do furto. Não se sabe se Gary irá apelar da decisão, que obriga Gary Moore a pagar direitos autorais ao líder do Jud's Gallery

    Faixas:
    1. Moving On
    2. Oh, Pretty Woman
    3. Walking by Myself
    4. Still Got the Blues
    5. Texas Strut
    6. Too Tired
    7. King of the Blues
    8. As the Years Go Passing By
    9. Midnight Blues
    10. That Kind of Woman
    11. All Your Love
    12. Stop Messin´ Around

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    sábado, 16 de outubro de 2010

    Ace Frehley - Frehley's Comet (1987)

     Esse foi o primeiro álbum lançado pelo Ace Frehley depois de sua saida do Kiss. Anton Fig, o baterista desse álbum, também tocou bateria no primeiro álbum solo do Ace ainda com o Kiss e tocou apos a saida do Peter Criss nos álbuns "Dynasty' e Unmasked. O álbum trás exelentes faixas como "Into The Night", "Rock Soldiers", musica que conta o acidente de carro que quase matou o Ace em 1983, e "Breakout", composta pelo Ace e o Eric Carr. Foi lançada anos depois em um álbum do Kiss, "Reveng", como "Carr Jam 1981". Porem sem os vocais.

    Faixas:

    1. "Rock Soldiers" 
    2. "Breakout"
    3. "Into The Night"
    4. "Something Moved"
    5. "We Got Your Rock"
    6. "Love Me Right"
    7. "Calling To You"
    8. "Dolls"
    9. "Stranger In A Strange Land"
    10. "Fractured Too (Instrumental)"
    Integrantes:
    • Ace Frehley - Guitarras, Vocal
    • Tod Howarth - Guitarras, Teclados, Vocal
    • John Regan - Baixo, Vocal de apoio
    • Anton Fig - Bateria, Percussão

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    sexta-feira, 15 de outubro de 2010

    Iron Maiden - Brave New World (2000)


    "Wicker Man" foi a faixa que quem estava antenado nas novidades que saíam na Net pôde ouvir primeiro. O engraçado, entretanto, é que pode-se dizer que é a faixa "menos melhor" do CD. Com um apelo claramente comercial, foi feito um video-clipe para que programas como a MTV, onde poderiam ser divulgados, não ficassem de fora.

    "Ghost of the Navigator" é a segunda faixa e a que atraiu mais atenção enquanto eram distribuídas MP3s clandestinamente do disco pela Internet afora. Como o som não soa clichê e tem bases e uma melodia poderosa, a música logo se tornou um hit entre os fãns do grupo. Que já era de se esperar. Como se poderá ver mais adiante, o disco todo é feito de clássicos.

    "Brave New World", a música título, também foi distribuída Internet afora. Possui linhas vocais muito bonitas, especialmente no refrão que, definitivamente, TEM que ser cantado pela multidão inteira, quando no show da banda. O baixo galopante está lá e as guitarras, idem. O paredão sonoro funcionou perfeitamente.

    "Blood Brothers" é a quarta faixa do disco e, segundo uma versão da lenda, Steve compôs a música inspirado nos laços que mantinha com seu pai, que morreu quando o baixista estava em turnê. A canção tem o começo lento, para depois ficar relativamente pesada, com os vocais de Bruce gritando "blood brothers".

    Mas é com "The Mercenary" que o fã pode ver o metal puríssimo que o Iron Maiden tem correndo nas veias. A música já começa na porrada e é assim por todos seus 4 minutos e 41 segundos. É como se os gritos de batalha de Bruce não lhe deixassem fugir do massacre: "nowhere to run, nowhere to hide; you have to kill to stay alive". Na verdade, a temática da música chega a lembrar um pouco "The Fugitive". Mas com bases muito mais rápidas e - principalmente - metálicas. É Iron Maiden puro, das raízes.

    "Dream of Mirrors" tem as guitarras bastante coladas - dá pra ver que o entrosamento dos guitarras atingiu niveis incríveis. No comecinho da música dá pra sentir uma leve brisa lhe levando de volta no tempo até 1990, onde se pode perceber alguns toques de "Mother Russia" e, logo depois, você corre de volta a 83, com "Piece of Mind". Se ouvir com atenção, dá pra sentir um pouquinho de "To Tame A Land". A balada, entretanto, em geral discorre de linhas de baixo limpíssimas que mais lembram "The Clansman", canção épica do "Virtual XI". Esta é uma das melhores músicas do disco.

    "The Fallen Angel" foi a última das quatro faixas distribuídas pela Net. Quem a ouviu sabe o estilo Piece of Mind incrustrado na música. Peso, rapidez, está tudo lá.

    "The Nomad". Agora, sim. Está aí a melhor faixa do disco. Ah, musiquinha boa! Assim como "The Fallen Angel" e "The Mercenary", já começa na porrada. O feeling é crescente. O peso realmente remete o ouvinte diretamente a 85, época do estouro "Powerslave". O timbre da voz de Bruce combina perfeitamente com a temática e o seguimento da canção. Aquela linha melódica (vocal) rasgada à lá "Be Quick...". O refrão também tem a obrigatoriedade de ser cantado ao vivo. O detalhe vai para os teclados, no fundo, acompanhando a melodia do baixo.

    "Out of the Silent Planet", a seguinte, é portadora de uma bela introdução. Enquanto as guitarras vão tocando os solinhos duplos bem Iron Maiden, o baixo toca os acordes cheios ao fundo, dando aquele clima de espaço para a entrada do vocal, que já começa recitando o nome da música: "Out of the Silent Planet... Out of the Silent Planet we are...". Pouco depois, os riffs pesados que carregam a canção até seu final. Os refrões são lindíssimos, cantados em duas vozes.

    "The Thin Line Between Love and Hate", a última música (que pena, acabou) do disco, se traduz em uma coisa: peso. O começo lento dá espaço para a distorção de guitarra, que entra e preenche os ouvidos com a maior facilidade possível. O refrão não demora e logo entra, após algumas frases cantadas por Bruce. Também com duas vozes gravadas. Solos curtos, mas com feeling. Dá pra imaginar direitinho Adrian com aquela pose paradona com a Gibson à frente, solando como se aqueles fossem os últimos minutos de existência.

    No geral, "Brave New World" é simplesmente o que Bruce garantiu que seria: o ícone da volta da banda ao topo. Os defeitos ficam por conta de algumas partes onde há repetição das bases e sempre fica aquele gostinho de quero mais do vocal ou dos solos. Mas é só. O peso, a rapidez, a balada, o galope, os solos... e, principalmente, ele: Bruce. Novamente. Lá, na frente, como fez por quase 15 anos, gritando "Scream for Me" e correndo de um lado pro outro no palco, como um louco desvairado. De arrependimento, só a impossibilidade de dar mais que 10 nesse CD; "Brave New World" merecia muito mais.

    Faixas:

    1. Wicker Man
    2. Ghost of the Navigator
    3. Brave New World
    4. Blood Brothers
    5. The Mercenary
    6. Dreams of Mirrors
    7. The Fallen Angel
    8. The Nomad
    9. Out of the Silent Planet
    10. The Thin Line Between Love and Hate
    Formação:
    • Bruce Dickinson - vocal
    • Steve Harris - baixo
    • Dave Murray - guitarra
    • Adrian Smith - guitarra
    • Janick Gears - guitarra
    • Nicko McBrain - batera

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    Iron Maiden - The Number of the Beast (1982)

     The Number of the Beast (que significa o número da besta em inglês) é um álbum da banda de heavy metalIron Maiden, lançado em 1982. Este álbum marca a entrada do vocalista Bruce Dickinson; ainda que o Iron Maiden estivesse em um período de muito sucesso após o lançamento do álbum Killers, o vocalista Paul Di'Anno deixou a banda no final de sua turnê mundial em 1981. Foi marcado também por ter sido o último com o baterista Clive Burr.

    Faixas:
    1. "Invaders" 
    2. "Children of the Damned"
    3. "The Prisoner"
    4. "22 Acacia Avenue"
    5. " The Number of the Beast"
    6. "Run to the Hills"
    7. "Gangland"
    8. "Total Eclipse"
    9. "Hallowed Be Thy Name"
    Integrantes:
    • Steve Harris - baixo
    • Bruce Dickinson - vocal
    • Dave Murray - guitarra
    • Adrian Smith - guitarra
    • Clive Burr - bateria
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    Deep Purple - Machine Head (1972)


    Machine Head é o sexto álbum de estúdio da banda de rock inglesa Deep Purple. Foi gravado no Grand Hotel de Montreux, na Suíça, em dezembro de 1971, no estúdio móvel dos Rolling Stones, e foi lançado em março de 1972.
    O álbum é frequentemente citado como um dos mais influentes no desenvolvimento do heavy metal como gênero musical, e é uma das gravações mais bem-sucedidas da banda, liderando as paradas de sucesso em diversos países depois de seu lançamento. Em 2001 a revista Q o classificou como um dos "50 álbums mais pesados de todos os tempos".
    Machine Head foi tema de um episódio da série de documentários Classic Albums, sobre a gravação de álbuns famosos. Foi lançado nos formatos Super Audio CD, em 2003, e DVD-Audio, em 2001.

    As condições nas quais as gravações originais foram feitas são um tanto extraordinárias. Após contratar o equipamento do Rolling Stones Mobile One, estúdio móvel do Rolling Stones, a banda gravou todas as faixas em instalações de um hotel de Montreux, sem overdubs. A letra de "Smoke on the Water" mencionam o fato, e a citação "Frank Zappa and the Mothers" se refere ao show de Zappa num cassino vizinho, que se incendiou alguns dias antes do início das sessões de gravação do Machine Head.
    A canção "When a Blind Man Cries" também foi gravada durante estas sessões, porém não foi incluída no álbum, e acabou sendo usada como lado B do single "Never Before". A canção apareceu como faixa-bônus na edição especial de 25 anos do álbum.
    A turnê de promoção do Machine Head incluiu uma viagem ao Japão, que seria registrada e lançada posteriormente como o álbum duplo ao vivo Made in Japan.

    Faixas:
    1. "Highway Star"
    2. "Maybe I'm a Leo"
    3. "Pictures of Home"
    4. "Never Before"
    5. "Smoke on the Water"
    6. "Lazy"
    7. "Space Truckin'"
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    Dream Theater - Images and Words (1992)


    Images and Words é o segundo álbum da banda Dream Theater, lançado em 1992. Ele marca a entrada do vocalista canadense James LaBrie na banda, após a saída de Charlie Dominici — James LaBrie foi escolhido dentre mais de duzentos candidatos à vaga.
    O principal compacto do álbum, "Pull Me Under" teve uma considerável divulgação na mídia, sendo exibido na MTV e tendo se colocado entre os dez mais vendidos na época. A primeira coletênea do Dream Theater, Greatest Hit (…and 21 Other Pretty Cool Songs) — que pode ser traduzida como "O Maior Hit (…e Outras 21 Canções Bem Legais)" — faz referência justamente à "Pull Me Under", o único "hit" que a banda já teve.

    Kevin Moore se inspirou em Hamlet, de Shakespeare, para escrever a letra de "Pull Me Under", que é uma narrativa do ponto de vista do príncipe Hamlet.
    A canção "Metropolis Pt. 1" deu origem ao álbum conceitual Metropolis Pt. 2: Scenes from a Memory, lançado em 1999. O "parte 1" do título foi incluído como uma piada, de modo que uma "parte 2" nunca foi planejada. Mas após o lançamento do álbum houve numerosos pedidos dos fãs por uma sequência, e então a banda começou a trabalhar durante as gravações de Falling Into Infinity. O resultado foi uma canção de vinte minutos, mas como a gravadora não permitiu um álbum duplo, eles cortaram a canção.
    O solo de guitarra de "Under a Glass Moon" é o número 98 da lista dos 100 maiores solos de guitarra, de acordo com uma votação dos leitores da revista Guitar Player.
    Em "Learning to Live", aos 6:58, aproximadamente, James LaBrie começa a vocalizar sem letra, subindo até alcançar uma nota muito aguda que coincide com o clímax da canção. Esta nota é uma das mais altas notas de todas as canções já compostas pelo Dream Theater, um fá sustenido abaixo do dó soprano (F#5). É uma nota tão alta que James geralmente não consegue cantar ao vivo, preferindo cantar o ré abaixo.

    Faixas:
    1.  Pull Me Under Another Day
    2. Take The Time
    3. Surrounded
    4. Metropolis, Pt. 1: The Miracle and the Sleeper
    5. Under A Glass Moon
    6. Wait For Sleep
    7. Learning To Live
     Integrantes:
    • James LaBrie – vocais
    • John Myung – baixo
    • John Petrucci – guitarra e vocais de apoio
    • Kevin Moore – teclado
    • Mike Portnoy – bateria e vocais de apoio
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    quinta-feira, 14 de outubro de 2010

    Iron Maiden - Dance of Death (2003)


    Depois de três anos sem lançar nenhum material inédito de estúdio, mas em compensação, tendo lançado, além do duplo ao vivo “Rock in Rio” (em DVD também), a coletânea “Edward the Great”, o DVD com todos os clipes (“Visions of the Beast”) e um box trazendo raridades em versões ao vivo (“Eddie’s Archive”), o Iron Maiden voltou com força total em 2003 trazendo a todos o seu décimo terceiro álbum inédito, com o título de “Dance of Death”.

    Gravado em Londres no primeiro semestre deste ano, novamente sob a produção de Kevin Shirley, o disco apresenta como inovações muitas orquestrações, algo nunca feito antes – uma faixa totalmente acústica, além de todas as velhas características dos trabalhos do Maiden. Além de um encarte muito bem estruturado (apesar da capa que não é das melhores), o disco apresenta uma nova tecnologia – não podendo rodar em alguns aparelhos (a exemplo de alguns computadores), dificultando assim a sua cópia ilegal e gravação em MP3. O melhor modo para avaliar um disco do porte de “Dance of Death” é faixa por faixa, o que é feito:

    01. Wildest Dreams (3:52, Smith/Harris): Típica música de abertura dos discos do Maiden (em exceção do “The X Factor”). Uma composição direta, não apresenta muitas variações, típico hard/heavy com um refrão empolgante, mas, pode ser um pouco chatinha para quem sempre gostou das longas e épicas faixas da Donzela. “Wildest Dreams” é o primeiro single, lançado em 01/09/03, já com clipe aparecendo na TV, Internet, etc.

    02. Rainmaker (3:48, Murray/Harris/Dickinson): Esta música poderá pegar alguns fãs de surpresa, isso por ela se parecer um tanto com o que era feito na fase solo de Bruce Dickinson vide “Balls to Picasso”. A música não chega a apresentar riffs muitos pesados, mas em compensação tem uma ótima melodia na voz de Bruce Dickinson. Mesmos sem muito peso, na hora de aparecer, as três guitarras se destacam durante o solo.

    03. No More Lies (7:21, Harris): A primeira de tantas faixas com orquestrações. Uma bela composição de Steve Harris, começando cadenciada ao estilo que víamos no “The X Factor”, mas encabeçando muito peso e uma ‘performance’ fenomenal de Bruce Dickinson. Música perfeita para os fãs presentes nos futuros shows da Donzela agitarem e cantarem junto. Agora, resta esperar se a banda conseguirá repetir a dose das orquestrações ao vivo...

    04. Montségur (5:50, Gers/Harris/Dickinson): Nossa! Candidata a um dos hits do disco, pesadona, melodias fortes para a voz do Bruce. Épica, “Montségur” deverá agradar os fãs de “Powerslave” e “Seventh Son of a Seventh Son”; com refrão perfeito, aquela típica música para ir no show e ficar apenas observando a banda executar algo tão bem composto.

    05. Dance of Death (8:36, Gers/Harris): A mais longa música do CD, com uma letra bem interessante. A música começa cadenciada. Demora cerca de três minutos até passar para a fase do peso mesmo, novamente com muitas orquestrações. Outra série candidata a melhor do disco, realmente uma linda composição – e que agradará todos que adoram “Alexander the Great”, presente no disco “Somewhere in Time”.

    06. Gates of Tomorrow (5:12, Gers/Harris/Dickinson): Novamente uma inovação, em nenhum outro momento de sua carreira a banda havia investido em melodias mais próximas ao AC/DC e do rock 70’ em uma introdução como a desta música. Alguns poderão torcer o nariz no início, ainda mais ao ouvir algumas partes vocálicas dobradas (ou seja, duas vozes cantando ao mesmo tempo – ambas de Bruce Dickinson). Outra das minhas favoritas, a banda acertou em cheio quanto a inovações. Ah, possui um refrão encantador.

    07. New Frontier (5:04, McBrain/Smith/Dickinson): Depois de quase vinte anos, Nicko McBrain pela primeira vez assina uma composição para o Maiden. “New Frontier” é outra típica faixa para a abertura do álbum, mas esta, um pouco mais longa. Sem muitas firulas e passagens técnicas, outra música que já começa puramente com peso e mantendo o pique até o final.

    08. Paschendale (8:27, Smith/Harris): Outra forte candidata a hit, e mais uma longa e épica composição. Falando sobre alguma batalha francesa do século XIX, “Paschendale” apresenta diversas melodias e partes distintas com peso, teclado (sim, teclado), orquestrações e momentos cadenciados. Se esta não é a melhor de todas (pra mim é) será uma das preferidas de nove entre dez ‘maidenmaníacos’. Uma das poucas músicas que passa a quem escuta energia suficiente para se sentir dentro da estória lírica da mesma.

    09. Face in the Sand (6:31, Smith/Harris/Dickinson): Começando à lá “Blood Brothers”, “Face in the Sand” desfila novamente mais momentos orquestrados, bateria com pedal duplo (acredito que pela primeira vez em uma música do Iron aparecendo tão “abertamente”) e muito peso tratando-se de riffs de guitarra. Digamos que uma composição um tanto quanto atmosférica tratando-se de Iron Maiden.

    10. Age of Innocence (6:10, Murray/Harris): Começando cadenciada, “Age of Innocence” faz parte do recorde pessoal de Dave Murray, que pela primeira vez contribui em um disco com três composições. Esta música na hora em que o peso aparece, possui um refrão bem melodioso, mas os riffs e a levada dela são dignos para quem curte “bater uma cabeça” enquanto ouve uma música ao fundo. Para mim, uma música interessante e bem representativa desta nova fase da banda.

    11. Journeyman (7:06, Smith/Harris/Dickinson): Pela primeira vez uma música sem guitarras elaborada pela banda. De novo, orquestrações ao longo da música. Inclusive, podemos comparar esta música um pouco com as baladas da fase solo de Bruce Dickinson, especialmente em uma bem parecida presente no seu disco “Accident of Birth” (a última do mesmo, “Arc of Space”). Bela composição, mas nunca deverá ser tocada durante a turnê Dance of Death 2003/04.

    11. Journeyman (7:06, Smith/Harris/Dickinson): Pela primeira vez uma música sem guitarras elaborada pela banda. De novo, orquestrações ao longo da música. Inclusive, podemos comparar esta música um pouco com as baladas da fase solo de especialmente em uma bem parecida presente no seu disco “Accident of Birth” (a última do mesmo, “Arc of Space”). Bela composição, mas nunca deverá ser tocada durante a turnê Dance of Death 2003/04.

    Faixas:

    1. Wildest Dreams
    2. Raimaker
    3. No more Lies
    4. Montségur
    5. Dance of Death
    6. Gates of Tomorrow
    7. The new Frontier
    8. Paschendale
    9. Face in the Sand
    10. Age of Innocence
    11. Journeyman
    Formação:
    • Bruce Dickinson - vocal
    • Dave Murray - guitarra
    • Adrian Smith - guitarra
    • Janick Gers - guitarra
    • Steve Harris - baixo
    • Nicko McBrain - bateria


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    AC/DC - Black Ice (2008)


    É sempre uma pentelhação quando os fãs exigem que o próximo disco do Iron Maiden seja o novo “The Number of The Beast” ou que o novo lançamento do Metallica seja sucessor direto do “Master of Puppets”. Da mesma forma, é bom que se saiba que “Black Ice” não é “Back in Black”. Ainda bem. Mas é nitidamente um disco do AC/DC. Ainda bem. Estão lá todas as suas marcas registradas, aquele rockão básico, guitarra-baixo-bateria, totalmente verdadeiro, sincero e sem frescuras. Uma dose parruda do que estes australianos fazem de melhor.

    Na primeira música, o single “Rock ‘n’ Roll Train”, você começa a chacoalhar inevitavelmente o pezinho. Lá pela metade do disco, no combo blues-rock “Decibel” e “Stormy May Day”, você vai estar tocando bateria com baquetas imaginárias. E na última música, a grooveada faixa-título, você com certeza vai querer encarnar um air guitar imitando os trejeitos de Angus Young. E dá até para arriscar uns passinhos de dança com os riffs espertíssimos de “She Likes Rock ‘n’ Roll”. O que não falta a este “Black Ice” é consistência: do início ao fim, suas 15 faixas transcorrem com a mesma força e integridade.

    Tenho certeza de que vai ter gente dizendo “pô, mas é mais um disco do AC/DC que soa igualzinho a todos os outros, estes caras são muito repetitivos” e coisa e tal. Discordo. Sou dos maiores defensores das bandas que se re-formulam, que criam, recriam e chegam cheias de novidades, que não têm medo de ousar por mais que os fãs esperneiem. Mas este nunca foi o caso do AC/DC. O quinteto tem uma proposta muito bem definida desde o seu surgimento, com uma identidade própria e que, pelo menos até então, não soa datada em absolutamente nada. Por que diabos eles teriam que reinventar a roda justo a esta altura do campeonato? A diferença é que poucas bandas podem se dar ao luxo de dizer que estão livres daqueles rótulos limitadores que a imprensa adora. Este é o AC/DC, puro e simples. Goste você ou não.

    Faixas:

    1. Rock ’n Roll Train
    2. Skies On Fire
    3. Big Jack
    4. Anything Goes
    5. War Machine
    6. Smash N Grab
    7. Spoilin’ For A Fight
    8. Wheels
    9. Decibel
    10. Stormy May Day
    11. She Likes Rock n' Roll
    12. Money Made
    13. Rock n' Roll Dream
    14. Rocking All The Way
    15. Black Ice
    Formação:
    • Brian Johnson – Vocal
    • Angus Young – Guitarra
    • Malcolm Young – Guitarra
    • Cliff Williams – Baixo
    • Phil Rudd – Bateria
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